A Nova Beleza

A Nova Beleza: quem tem acesso a ela no seu time?
O direito à beleza é universal, mas o acesso, nem tanto.
Por trás de batons, cremes e procedimentos está uma indústria de US$500 bilhões que, por muito tempo, definiu quem podia ou merecia se sentir bonito. A promessa de uma estética mais diversa, mais acessível, mais democrática é uma pauta constante nos discursos das marcas de beleza. Mas precisamos jogar uma luz sobre uma pergunta ainda não respondida: a beleza pode realmente ser democratizada? E mais, qual o papel das empresas nesse cenário?
No Brasil, onde a estética se entrelaça com identidade, autoestima e até empregabilidade, essa discussão vai além do espelho: ela chega ao RH. É aqui que o Blza Benefícios surge não como tendência, e sim como revolução.
O paradoxo da beleza: entre promessa e privilégio
Há uma distância desconfortável entre o discurso de inclusão e a realidade de acesso. Mesmo com o avanço de produtos para peles diversas, corpos não padronizados e linguagens mais inclusivas, a barreira financeira continua firme. A beleza é celebrada como um direito, mas comercializada como um luxo.
Para muitas pessoas, sentir-se bem com a própria imagem ainda depende do quanto se pode pagar. O skincare do momento, o botox preventivo, o clareamento dental e o laser para manchas continuam inacessíveis para a maioria dos brasileiros, especialmente aqueles de baixa renda ou em posições operacionais nas empresas.
Se a beleza está sendo vendida como autocuidado, por que o acesso a ela permanece tão excludente?
O RH como protagonista de um novo pacto estético
À medida que o mercado evolui, os profissionais também se transformam suas prioridades. Dados da AON mostram que 73% dos colaboradores desejam personalização nos benefícios e 42% estariam dispostos a abrir mão de parte do salário por opções alinhadas ao que realmente importa em suas vidas (Estudo AON).
Cuidar da estética não é capricho; é parte do bem-estar. Nessa intersecção entre autoestima, valorização e pertencimento, surge o Blza, primeiro benefício estético do Brasil, oferecido por empresas como Magalu, Stone e Unidas. Todas entenderam como oferecer acesso real à beleza.
Neste contexto, trata-se do direito de alguém se olhar no espelho e se reconhecer com orgulho, sem precisar de permissão nem de endividar o cartão.
O que significa democratizar a beleza dentro da sua empresa
Democratizar a beleza no ambiente corporativo não é pintar a diversidade de rosa em um post de Dia da Mulher. É fornecer ferramentas para que cada colaborador se sinta representado e respeitado na sua singularidade estética.
É reconhecer mães solo que precisam cuidar de si depois de cuidar de todos; pessoas trans que ainda enfrentam barreiras em clínicas estéticas convencionais; e homens que desejam falar sobre pele, cabelo, rugas e autoestima sem medo de julgamento.
Democratizar a beleza é agir onde mais dói: na estrutura. É aí que o benefício estético do Blza se destaca como proposta concreta e mensurável de transformação.
Não é sobre vaidade. É sobre dignidade.
Estamos diante de um novo RH, um RH que entende que bem-estar emocional também se reflete no espelho; que sabe que autoestima não é bônus, mas base de performance; que se compromete com o cuidado real, tocando onde quase ninguém quer tocar: a imagem que cada pessoa tem de si.
O Blza não é um benefício cosmético. É um ato silencioso de reparação, um upgrade na política de inclusão e a ruptura de um ciclo em que só tem acesso quem pode pagar. É o início de um novo pacto: o da beleza como acesso, não mais como privilégio.